Muitos estrangeiros que querem viver em Portugal ficam confusos sobre a diferença entre visto D7 e visto de nômade digital em Portugal. Esta dúvida é comum entre aposentados, freelancers, trabalhadores remotos e pessoas com rendimentos passivos que procuram a melhor opção para se estabelecer no país.
Este guia é especialmente útil para quem quer entender qual visto é melhor D7 ou nómada digital, dependendo da sua situação profissional e financeira. Vamos esclarecer as principais diferenças entre estes dois tipos de visto de residência.
Primeiro, vamos explicar os requisitos visto D7 Portugal e os requisitos visto Nómada Digital Portugal requisitos, incluindo as diferenças nos valores mínimos exigidos e tipos de rendimento aceites. Depois, analisamos os direitos e limitações de cada visto para trabalhar, estudar e circular na Europa. Por fim, comparamos o processo de candidatura e renovação para ajudar na sua decisão.
Diferença entre visto D7 e visto de nômade digital em Portugal na prática

Requisitos de rendimento passivo comprovado
O Visto D7 Portugal destina-se principalmente a pessoas que possuem rendimentos próprios e independentes de trabalho assalariado em território português. Estes rendimentos podem incluir pensões de reforma, rendas de propriedades, dividendos de investimentos, royalties ou outras fontes de rendimento passivo. O valor mínimo exigido corresponde ao salário mínimo nacional português, que em 2024 ronda os 760€ mensais para o requerente principal, com valores adicionais para familiares dependentes.
A documentação deve comprovar a sustentabilidade destes rendimentos por pelo menos 12 meses, apresentando extratos bancários, declarações de rendimentos e contratos que garantam a continuidade dos pagamentos. Para casais, o valor aumenta para cerca de 1.140€ mensais, enquanto filhos menores requerem aproximadamente 228€ adicionais por cada dependente.
Flexibilidade para trabalho remoto e freelancing
Uma das grandes vantagens do Visto D7 requisitos é a possibilidade de combinar rendimentos passivos com atividades profissionais. Os portadores podem exercer trabalho remoto para empresas estrangeiras, desenvolver projetos freelance ou até criar o seu próprio negócio em Portugal. Esta flexibilidade torna o visto atrativo para profissionais que mantêm clientes internacionais enquanto estabelecem residência portuguesa.
Contudo, existe uma diferença importante: o trabalho dependente para empresas portuguesas requer autorização adicional das autoridades competentes. Já o trabalho independente e remoto para entidades fora de Portugal é permitido sem restrições adicionais, desde que os rendimentos passivos continuem a ser a fonte principal de sustento.
Possibilidade de reagrupamento familiar
O Visto de residência para aposentados Portugal através do D7 oferece condições favoráveis para o reagrupamento familiar. Cônjuges, filhos menores de 18 anos, filhos maiores dependentes até aos 26 anos (se estudantes) e pais dependentes podem ser incluídos no mesmo processo de candidatura ou solicitar reagrupamento posteriormente.
O procedimento simplifica-se quando a família candidata-se em simultâneo, evitando processos separados e reduzindo custos administrativos. Para cada membro da família, é necessário comprovar rendimentos adicionais, mas os valores são proporcionalmente menores que a candidatura individual. Esta característica torna o D7 particularmente vantajoso para famílias que pretendem estabelecer-se permanentemente em Portugal.
Caminho direto para residência permanente
O Visto D7 proporciona uma trajetória clara para a residência permanente e posterior nacionalidade portuguesa. Após cinco anos de residência legal continuada, os portadores podem solicitar a residência permanente, e após seis anos, candidatar-se à nacionalidade portuguesa, cumprindo os requisitos linguísticos e de integração.
Durante os primeiros dois anos, o visto permite saídas de Portugal por períodos até seis meses consecutivos ou oito meses no total anual, mantendo o estatuto de residente. A partir do terceiro ano, as exigências de permanência tornam-se mais flexíveis, facilitando viagens prolongadas sem comprometer o processo de naturalização. Esta progressão automática diferencia o D7 de outros vistos temporários, oferecendo segurança jurídica a longo prazo para quem procura estabelecer raízes definitivas em Portugal. Antes de decidir entre o visto D7 ou o visto de nômade digital em Portugal, analise as diferenças entre ambos.
Especificidades do Visto de Nómada Digital

Exigências de rendimento mínimo específicas
O Visto Nómada Digital Portugal estabelece critérios financeiros mais rigorosos quando comparado a outros vistos de residência. Os candidatos devem demonstrar um rendimento mensal mínimo de 3.280€, equivalente a quatro vezes o salário mínimo nacional português. Esta quantia representa um dos requisitos mais elevados entre os programas europeus de nomadismo digital.
A comprovação do rendimento deve abranger os últimos três meses anteriores à candidatura, através de extratos bancários, contratos de trabalho remoto ou declarações de rendimentos de atividade freelancer. O SEF exige documentação detalhada que demonstre a estabilidade e continuidade dos rendimentos, não aceitando apenas depósitos pontuais ou transferências ocasionais.
Para profissionais que trabalham com múltiplos clientes ou projetos, a documentação torna-se mais complexa. É necessário apresentar contratos individuais, faturas emitidas e comprovativos de pagamento recebido. Freelancers devem manter registos organizados de todas as transações comerciais, incluindo a natureza dos serviços prestados e a duração dos contratos.
Limitações na duração da estadia
O visto de trabalho remoto Portugal tem características temporais específicas que o distinguem claramente do D7. A duração inicial é de um ano, com possibilidade de renovação por períodos adicionais de dois anos, até um máximo de cinco anos consecutivos.
Durante o primeiro ano, os portadores deste visto não podem ausentar-se de Portugal por períodos superiores a 90 dias consecutivos ou 180 dias no total. Esta limitação visa garantir que os nómadas digitais mantenham uma presença efetiva no território português, diferenciando-se de visitantes temporários.
Após o primeiro ano, as regras de permanência flexibilizam ligeiramente, permitindo ausências de até 120 dias consecutivos, desde que não excedam 240 dias no período de 12 meses. Estas restrições podem limitar profissionais que necessitam de viajar frequentemente por motivos comerciais ou que pretendem explorar outros países europeus durante longos períodos.
Requisitos de seguro de saúde obrigatório
O seguro de saúde representa uma obrigatoriedade fundamental para o Visto Nómada Digital Portugal requisitos. A apólice deve ter cobertura mínima de 30.000€ e validade durante todo o período de estadia previsto, cobrindo despesas médicas, hospitalização e repatriamento.
A cobertura deve ser válida em todo o território português e incluir tratamentos de emergência, consultas médicas, medicamentos prescritos e procedimentos cirúrgicos básicos. Seguros de viagem convencionais raramente cumprem estes requisitos, sendo necessário contratar apólices específicas para residentes temporários.
| Aspeto | Requisito Mínimo | Observações |
|---|---|---|
| Cobertura financeira | 30.000€ | Válida durante toda a estadia |
| Área geográfica | Portugal continental e ilhas | Sem limitações regionais |
| Serviços incluídos | Emergências, consultas, medicamentos | Cobertura abrangente obrigatória |
| Duração | Igual ao período do visto | Renovação obrigatória com o visto |
Algumas seguradoras portuguesas oferecem produtos específicos para nómadas digitais, com condições mais favoráveis e processamento acelerado da documentação necessária para a candidatura ao visto.
Visto D7 x visto de nômade digital: como escolher a melhor opção para o seu caso

Valores mínimos exigidos para cada modalidade
O visto D7 Portugal exige comprovação de rendimentos passivos no valor mínimo equivalente ao salário mínimo nacional (€760 em 2024), multiplicado por 12 meses, resultando em €9.120 anuais para o requerente principal. Para familiares dependentes, acrescentam-se 50% deste valor para o cônjuge e 30% para cada filho menor.
Para o Visto Nómada Digital Portugal, os requisitos financeiros são significativamente superiores. Os candidatos devem demonstrar rendimentos mensais mínimos de €3.040, equivalentes a quatro vezes o salário mínimo nacional, totalizando €36.480 anuais. Esta diferença substancial reflete a natureza distinta dos dois vistos e os perfis profissionais que cada um visa atrair.
| Tipo de Visto | Rendimento Mínimo Anual | Rendimento Mínimo Mensal |
|---|---|---|
| Visto D7 | €9.120 | €760 |
| Visto Nómada Digital | €36.480 | €3.040 |
Tipos de rendimento aceites em cada visto
O visto D7 requisitos permitem diversos tipos de rendimentos passivos, incluindo pensões de reforma, rendimentos de propriedades, dividendos de investimentos, juros bancários, royalties de propriedade intelectual e rendas de imóveis. A flexibilidade desta modalidade acomoda aposentados, investidores e pessoas com fontes de rendimento diversificadas.
O Visto Nómada Digital Portugal requisitos focam-se exclusivamente em rendimentos provenientes de atividade profissional exercida remotamente. Aceita-se trabalho por conta própria (freelancing), contratos de trabalho remoto com empresas estrangeiras, atividade empresarial própria exercida digitalmente, e consultoria especializada. Os rendimentos devem ser ativos e relacionados com trabalho digital ou tecnológico.
Documentação comprobativa necessária
Para o visto D7, a documentação inclui extratos bancários dos últimos seis meses, declarações de rendimentos ou pensões, contratos de arrendamento ou escrituras de propriedades (se aplicável), e certificados de investimentos ou aplicações financeiras. A documentação deve comprovar a regularidade e continuidade dos rendimentos passivos.
O visto de nómada digital exige documentação mais específica: contratos de trabalho remoto ou de prestação de serviços, declarações de rendimentos profissionais, extratos bancários demonstrando os valores recebidos, portfolio profissional ou certificações relevantes, e comprovativo da atividade empresarial (se aplicável). Toda a documentação deve evidenciar a natureza digital e remota da atividade profissional.
Impactos fiscais distintos
Os portadores de visto D7 beneficiam do regime fiscal de Residente Não Habitual (RNH), permitindo isenção de IRS sobre rendimentos de fonte estrangeira durante dez anos, aplicável a pensões, rendimentos de propriedades no exterior e outros rendimentos passivos qualificados.
Para detentores do visto de nómada digital, a tributação é mais complexa. Os rendimentos de trabalho remoto podem estar sujeitos a IRS em Portugal, especialmente se a atividade for exercida em território nacional. O regime RNH pode aplicar-se a atividades de “alto valor acrescentado”, mas cada caso requer análise específica. A residência fiscal depende do tempo de permanência em Portugal e da organização da vida pessoal e profissional.
Direitos e Limitações de Cada Visto

Acesso a serviços públicos portugueses
O Visto D7 Portugal oferece acesso completo aos serviços públicos portugueses, incluindo o Serviço Nacional de Saúde (SNS). Os portadores podem inscrever-se no centro de saúde da sua área de residência e beneficiar de consultas médicas, internamentos e tratamentos com as mesmas condições dos cidadãos portugueses. Este acesso estende-se também aos serviços sociais, educação pública e outros benefícios do Estado português.
O Visto Nómada Digital Portugal apresenta limitações significativas nesta área. Os beneficiários têm acesso restrito aos serviços públicos, sendo obrigatório manter um seguro de saúde privado durante toda a validade do visto. O acesso ao SNS fica condicionado a situações de emergência ou mediante pagamento das taxas moderadoras completas, sem os descontos aplicáveis aos residentes permanentes.
Possibilidade de trabalho para entidades portuguesas
O Visto de residência D7 permite trabalhar para qualquer entidade portuguesa sem restrições. Os portadores podem estabelecer contratos de trabalho, criar empresas em Portugal ou exercer atividade profissional independente no território nacional. Esta flexibilidade torna-se particularmente vantajosa para quem procura integração profissional completa no mercado português.
O Visto de trabalho remoto Portugal mantém restrições claras quanto ao trabalho local. Os beneficiários apenas podem trabalhar remotamente para entidades estrangeiras, sendo proibido o estabelecimento de relações laborais com empresas portuguesas. Esta limitação visa proteger o mercado de trabalho nacional e garantir que o visto seja usado exclusivamente para trabalho remoto internacional.
Duração máxima de permanência autorizada
| Aspeto | Visto D7 | Visto Nómada Digital |
|---|---|---|
| Validade inicial | 2 anos | 1 ano |
| Renovação | Possível por períodos de 3 anos | Renovável por mais 1 ano |
| Permanência máxima | Ilimitada (conduz à residência permanente) | 2 anos (sem renovação adicional) |
| Caminho para cidadania | Após 5 anos de residência legal | Não aplicável |
O Visto D7 requisitos estabelecem um caminho claro para a residência permanente em Portugal. Após dois anos com o visto inicial, os portadores podem renovar por períodos sucessivos de três anos, mantendo sempre a possibilidade de progredir para a residência permanente e, eventualmente, para a cidadania portuguesa.
O Visto Nómada Digital Portugal requisitos limitam a permanência a um máximo de dois anos consecutivos. Após este período, os beneficiários devem aguardar pelo menos 180 dias fora do território português antes de poderem candidatar-se novamente, criando uma descontinuidade na residência que impede a progressão para estatutos migratórios mais estáveis.
Processo de Candidatura e Renovação

Prazos de tramitação para cada modalidade
O tempo de processamento varia significativamente entre os dois tipos de visto. O visto D7 geralmente leva entre 60 a 90 dias úteis para ser aprovado, dependendo do consulado português onde apresenta a candidatura. Alguns consulados podem demorar até 120 dias, especialmente durante períodos de maior procura.
Para o visto de nómada digital Portugal, os prazos são ligeiramente diferentes. Como se trata de uma modalidade mais recente, introduzida em 2022, o tempo de processamento oscila entre 60 a 75 dias úteis. A experiência prática mostra que este visto tem sido processado de forma mais célere devido ao menor volume de candidaturas comparativamente ao D7.
Documentos obrigatórios específicos
Cada modalidade exige documentação específica que reflete a natureza distinta de cada visto. O visto D7 requisitos incluem comprovativo de rendimentos passivos ou pensões, certificado de registo criminal, seguro de saúde, comprovativo de alojamento em Portugal e declaração médica.
Para o visto nómada digital Portugal requisitos, precisa apresentar contrato de trabalho remoto ou comprovativo de atividade freelancer, declaração da entidade empregadora confirmando o trabalho remoto, comprovativo de rendimentos dos últimos três meses, seguro de saúde com cobertura internacional, e prova de qualificações académicas ou profissionais.
| Documento | Visto D7 | Visto Nómada Digital |
|---|---|---|
| Comprovativo rendimentos | Passivos/pensões | Trabalho remoto/freelancer |
| Registo criminal | ✓ | ✓ |
| Seguro saúde | Nacional | Internacional |
| Qualificações | Opcional | Obrigatório |
| Declaração empregador | Não aplicável | Obrigatório |
Custos associados aos procedimentos
Os custos para ambos os vistos incluem taxa consular de €90, mais despesas adicionais como tradução juramentada de documentos (€15-25 por documento), apostila de Haia (€20-30 por documento) e seguro de saúde.
O visto D7 Portugal pode ter custos adicionais relacionados com a comprovação de rendimentos passivos, especialmente se precisar de documentação bancária internacional. O total pode variar entre €300 a €500.
Para o visto de trabalho remoto Portugal, os custos são similares, mas pode haver despesas extra com a obtenção de declarações da entidade empregadora e validação de qualificações profissionais, totalizando entre €350 a €600.
Critérios de renovação e extensão
A renovação do visto D7 depende da manutenção dos rendimentos mínimos exigidos e da permanência efetiva em território português por pelo menos 7 meses por ano. A primeira renovação é válida por dois anos, seguida de renovações sucessivas de três anos.
O visto nómada digital tem critérios de renovação ligeiramente diferentes. Deve manter a atividade profissional remota, comprovar rendimentos estáveis e cumprir as obrigações fiscais portuguesas. A renovação inicial é por dois anos, com possibilidade de conversão para autorização de residência permanente após cinco anos de residência legal.
Ambos os vistos permitem solicitar residência permanente após cinco anos, mas o processo difere consoante o tipo inicial de visto obtido.
Vantagens Estratégicas para Diferentes Perfis

Melhor opção para reformados e investidores
O visto D7 representa a escolha mais inteligente para quem já construiu uma base financeira sólida e busca uma vida tranquila em Portugal. Reformados que recebem pensões ou investidores com rendimentos passivos encontram no D7 um caminho direto para a residência portuguesa.
Este visto aceita diferentes fontes de rendimento, desde pensões de aposentadoria até rendimentos de propriedades ou investimentos. A grande vantagem está na estabilidade – os requisitos financeiros são claros e previsíveis, sem exigir vínculos laborais ativos ou clientes específicos.
Para investidores imobiliários, o D7 permite que os rendimentos de arrendamento sejam considerados como fonte de subsistência. Muitos escolhem comprar propriedades em Portugal e usar os rendimentos gerados para sustentar o pedido de visto, criando um ciclo virtuoso de investimento e residência.
A flexibilidade do D7 também beneficia quem possui múltiplas fontes de rendimento passivo – dividendos, royalties, ou rendas diversas podem ser combinadas para atingir o valor mínimo exigido.
Escolha ideal para profissionais em tecnologia
O visto de nómada digital foi desenhado especificamente para profissionais que trabalham remotamente, especialmente na área tecnológica. Desenvolvedores, designers, consultores de TI e outros especialistas digitais encontram neste visto uma porta de entrada perfeita para Portugal.
Este regime reconhece a realidade do trabalho moderno, onde a localização física não determina a produtividade. Profissionais que prestam serviços para empresas estrangeiras ou trabalham como freelancers internacionais podem manter seus clientes e contratos enquanto residem legalmente em Portugal.
A documentação exigida reflete esta realidade digital – contratos de trabalho remoto, comprovantes de prestação de serviços online e evidências de relacionamento comercial com entidades no exterior são aceites como prova de atividade profissional.
Para profissionais em início de carreira ou com rendimentos variáveis, o visto de nómada digital oferece mais flexibilidade na comprovação de rendimentos, desde que demonstrem capacidade de trabalhar remotamente de forma sustentável.
Benefícios fiscais exclusivos de cada regime
Ambos os vistos oferecem acesso ao regime fiscal de Residente Não Habitual (RNH), mas com implicações diferentes para cada perfil.
Portadores do visto D7 com rendimentos de pensões estrangeiras podem beneficiar de isenção total de tributação em Portugal durante 10 anos, desde que estes rendimentos sejam tributados no país de origem. Esta vantagem representa poupanças significativas para reformados.
Os nómadas digitais enfrentam um cenário mais complexo. Rendimentos de trabalho remoto prestado a entidades estrangeiras podem qualificar-se para taxa reduzida de 20% no IRS, mas apenas se a atividade for considerada de “alto valor acrescentado”. Profissionais de TI, consultoria e serviços especializados geralmente enquadram-se nesta categoria.
| Tipo de Rendimento | Visto D7 (RNH) | Visto Nómada Digital (RNH) |
|---|---|---|
| Pensões Estrangeiras | Isenção total (10 anos) | Isenção total (10 anos) |
| Trabalho Remoto | N/A | Taxa reduzida 20% |
| Rendimentos de Arrendamento | Tributação normal | Tributação normal |
| Dividendos Estrangeiros | Isenção (condições) | Isenção (condições) |
O planeamento fiscal deve considerar não apenas o primeiro ano, mas todo o período de 10 anos do RNH, avaliando como os rendimentos podem evoluir e qual visto oferece maior otimização fiscal a longo prazo.

O visto D7 e o visto de nómada digital atendem a necessidades bem diferentes. O D7 é perfeito para quem quer mesmo se estabelecer em Portugal, com rendimentos passivos estáveis e planos de longo prazo. Já o visto de nómada digital foi pensado para profissionais que trabalham remotamente e querem a flexibilidade de viver temporariamente no país sem grandes compromissos.
A escolha entre eles vai depender do seu perfil e objetivos. Se você tem uma pensão, rendas ou investimentos que garantem uma renda regular, o D7 pode ser o caminho para a residência permanente. Mas se trabalha online, tem clientes internacionais e quer experimentar viver em Portugal por um tempo, o visto de nómada digital oferece essa liberdade. Analise bem suas finanças, seus planos futuros e consulte um advogado especializado em imigração para tomar a decisão mais acertada para o seu caso. Consulte também as informações oficiais no site da AIMA.
Veja também nosso guia completo sobre como comprovar rendimento passivo para o visto D7 em Portugal.